Quem nunca comprou mídia exterior chega na conversa achando que outdoor é uma coisa só. Não é. Existem dois produtos bem diferentes disputando a mesma verba: o outdoor de lona, impresso em grande formato e pregado numa estrutura, e o outdoor digital — o telão de LED que exibe a arte em vídeo, em rodízio com outros anunciantes.
Os dois funcionam. Só que ganham em coisas diferentes, e a escolha errada custa caro porque mídia exterior se paga na repetição, não no primeiro mês. Este artigo põe os dois lado a lado sem torcida — inclusive nos pontos em que a lona leva vantagem sobre o que a gente vende.
Os dois formatos lado a lado
| Outdoor digital (painel de LED) | Outdoor de lona (impresso) | |
|---|---|---|
| Sua arte na face | em rodízio com os outros anunciantes | 100% do tempo |
| Formato da peça | vídeo de 10 segundos | imagem estática |
| Visibilidade à noite | luz própria | depende de iluminação na estrutura |
| Entrada no ar | até 24h após a aprovação | impressão + instalação |
| Trocar a arte | sem custo, durante o contrato | nova impressão a cada troca |
| Sol, chuva e vento | não desgastam a imagem | a peça se desgasta com o tempo |
| Energia elétrica | necessária | dispensável |
| Na OlaLed | 4m × 3m e 4m × 2m, a partir de R$ 799/mês | — |
Onde a lona ganha: a face é só sua
Essa é a vantagem real do impresso, e não adianta fingir que não existe. Numa lona, quem passa vê a sua marca o tempo inteiro. Não tem rodízio, não tem esperar a vez, não tem dividir a tela com uma pizzaria e um escritório de advocacia. A face é sua durante todo o período contratado, e isso vale principalmente para quem quer marcar território — o comércio que fica na esquina seguinte, a marca que quer ser sinônimo daquele ponto.
Some-se um detalhe que ninguém lembra até faltar: a lona não depende de energia. Se falta luz, ela continua lá. Um telão de LED, não.
E, para ser justo até o fim: no painel de LED, a sua arte de 10 segundos entra num loop com os demais anunciantes. Quantas vezes ela aparece por hora depende de quantos estão no ar naquele mês. A gente não publica um número fixo porque ele muda — e número que muda, publicado como se fosse fixo, é propaganda enganosa. Se isso for decisivo para você, pergunte qual é a rotação do mês em que pretende entrar.
Onde o digital ganha: frequência e noite
A troca que o digital propõe é clara: você abre mão da exclusividade da face e recebe, no lugar, frequência ao longo de muito mais tempo de exposição útil. Os painéis da OlaLed rodam das 6h à 1h — cerca de 19 horas por dia. Como a tela tem luz própria, as horas da noite continuam valendo: às 21h, quando a cidade está voltando do trabalho e saindo para comer, a sua arte está tão legível quanto às 10 da manhã. Uma lona sem iluminação, nesse horário, sumiu.
Movimento é a segunda diferença. Dez segundos de vídeo permitem contar algo em sequência — mostrar o produto, depois o preço, depois como comprar — enquanto o impresso precisa resolver tudo numa imagem só. Não é que vídeo seja melhor; é que o que você pode dizer muda, e quem aproveita isso sai na frente de quem só transformou o cartaz em arquivo de vídeo.
Quer ver como sua marca ficaria no painel? Manda o que você vende — a gente diz se o formato digital faz sentido para o seu caso, mesmo que a resposta seja não.
Perguntar no WhatsAppProdução e troca de arte: dias contra horas
Aqui a diferença é estrutural, não de opinião. Um outdoor de lona é um objeto: alguém imprime, transporta e instala. Isso consome dias antes de a campanha começar — e consome de novo, do zero, toda vez que você quiser mudar a mensagem.
No painel de LED não existe peça física. Você envia o vídeo de 10 segundos pronto, ele é aprovado e sobe: no ar em até 24 horas. E a troca de arte durante o contrato não tem custo adicional, porque não há nada para refazer.
Isso muda o que dá para fazer com a mídia. Anunciar uma promoção que começa quinta e acaba domingo, corrigir um telefone errado no mesmo dia, trocar a peça de Natal pela de janeiro sem renegociar nada — tudo isso é rotina no digital e é caro no impresso. Se o seu negócio tem calendário (datas, coleções, safras, promoções), essa agilidade costuma valer mais que a exclusividade da face.
O que muda no custo
Não vamos publicar preço de concorrente, porque não temos como garantir a informação e porque tabela de lona varia com estrutura, ponto e época. O que dá para comparar com honestidade é a estrutura de cada custo.
No impresso, o valor do período embute a produção da peça. Trocar a arte é um novo custo de produção, sempre. No digital, o que você paga é o espaço na programação, e a arte — que você envia pronta — não entra na conta nem na primeira vez nem nas trocas seguintes.
Para dar uma referência aberta em vez de uma promessa vaga: no painel do Anel Viário, com o fluxo estimado do corredor, o custo por mil impactos fica em torno de R$ 1,67. Os planos começam em R$ 1.499/mês nesse ponto e em R$ 799/mês no de Maracanaú, com contrato mínimo de 30 dias. Se quiser a conta aberta, ela está em quanto custa um outdoor em Fortaleza.
Sobre o número de tráfego: os cerca de 50 mil veículos por dia são estimativa do Governo do Ceará (2019) para o corredor do 4º Anel Viário inteiro, não uma medição feita no ponto do painel. A gente usa esse dado como ordem de grandeza, e não como impacto garantido — o mesmo critério vale para qualquer número que você receber de qualquer fornecedor de mídia exterior.
Em que caso escolher cada um
Prefira a lona se a exclusividade da face for o ponto central da sua estratégia — normalmente quando o objetivo é dominar visualmente um trecho específico, quando a marca já tem uma peça definitiva que não vai mudar, ou quando o local não tem energia confiável.
Prefira o outdoor digital se a sua mensagem muda ao longo do ano, se boa parte do seu público circula depois do anoitecer, se você quer entrar no ar essa semana em vez do mês que vem, ou se quer testar duas versões da mesma oferta sem pagar duas produções.
E existe um terceiro caminho que quase ninguém considera: os dois não se anulam. Lona para a mensagem institucional que fica o ano todo, digital para as campanhas que giram. Se o orçamento só dá para um, comece pelo que combina com o seu calendário — e, seja qual for, defina antes como você vai medir. Trocar de mídia por achismo depois de 30 dias é o erro mais caro dessa categoria.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre outdoor digital e outdoor de lona?
O outdoor de lona é uma peça impressa em grande formato, instalada numa estrutura e exposta o tempo todo do período contratado. O outdoor digital é uma tela de LED que exibe a arte em vídeo, em rodízio com os outros anunciantes do mesmo painel. A lona entrega exclusividade da face; o digital entrega movimento, troca rápida de arte e entrada no ar em 24 horas.
No painel de LED meu anúncio fica o tempo todo na tela?
Não. A sua arte de 10 segundos entra em um loop que roda em rodízio com os demais anunciantes do painel, das 6h à 1h. Quantas vezes ela aparece por hora depende de quantos anunciantes estão no ar naquele mês, então esse número varia — vale confirmar a rotação do mês em que você pretende entrar.
Posso trocar a arte depois de contratar?
No painel de LED da OlaLed, sim: a troca de arte durante o contrato é sem custo adicional, porque não existe material físico para refazer. Num outdoor de lona, trocar a arte significa imprimir e instalar uma peça nova.
Outdoor digital funciona à noite?
Sim, e é uma das diferenças de fundo: a tela de LED tem luz própria, então continua legível depois que escurece. Os painéis da OlaLed operam das 6h à 1h, cerca de 19 horas por dia. Um outdoor de lona depende de iluminação externa na estrutura para ser visto à noite.
Quanto tempo leva para o anúncio entrar no ar?
No painel de LED, até 24 horas depois da arte aprovada, porque é só subir o arquivo. Num outdoor impresso, o prazo inclui a produção física da peça e a instalação na estrutura, o que acrescenta dias ao processo.
Na dúvida entre os formatos? Conte o que você vende e com que frequência a sua mensagem muda — a gente diz se o painel de LED é o caminho ou se, no seu caso, não é.
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