Quem nunca anunciou em mídia exterior costuma querer ver alguém que já anunciou antes de decidir. Justo. Então reunimos aqui o que três anunciantes da OlaLed disseram sobre a experiência — e, mais útil que o elogio em si, por que o ponto escolhido combinava com o negócio de cada um.
O que este post é e o que ele não é. São relatos dos próprios anunciantes, os mesmos publicados na página inicial do site. Não são estudos com dados de faturamento: a gente não tem acesso ao caixa de ninguém e não vai inventar percentual de aumento de vendas para parecer mais convincente. O que dá para mostrar com honestidade é o que cada um viveu e o raciocínio por trás da escolha do ponto.
LinkCe: provedor de internet no Anel Viário
A LinkCe é provedora de internet e está no painel do Anel Viário desde março. Começou como teste de um mês e seguiu:
"Comecei com um mês de teste sem muita expectativa. Na segunda semana já recebi clientes falando que viram minha marca no painel. Renovei por 6 meses."
Wesley Araujo — LinkCe
Por que o ponto combina com o negócio: provedor de internet não vende para uma rua, vende para uma área de cobertura — e a área de cobertura de um provedor da Grande Fortaleza atravessa municípios. O Quarto Anel Viário é exatamente a costura entre eles: conecta Fortaleza a Maracanaú, Caucaia, Maranguape e Pacatuba. Quem passa ali todo dia mora justamente nesse cinturão.
Tem um segundo motivo, menos óbvio. Internet é um serviço que a pessoa só troca quando já está insatisfeita — e ninguém decide trocar de provedor no exato segundo em que passa pela rodovia. O que o painel faz é garantir que, no dia em que a decisão vier, exista um nome já familiar na cabeça dela. É o tipo de negócio em que a repetição diária vale mais que a segmentação: a mesma pessoa passando pelo mesmo ponto de manhã e à noite, mês após mês.
Vale sublinhar o detalhe do relato que mais se repete entre anunciantes de primeira viagem: a menção espontânea de cliente ("vi sua marca no painel") apareceu antes de qualquer métrica formal. É por isso que a primeira das cinco formas de medir é simplesmente perguntar no atendimento e anotar.
HopeCont: contabilidade e a barreira do "vai ser complicado"
A HopeCont é um escritório de contabilidade. O relato dela trata de outra coisa — não do resultado, mas do medo de começar:
"Pensei que seria complicado. Em 24 horas minha logo já estava no ar. O atendimento é direto, sem enrolação."
Vanessa Silva — HopeCont
Por que isso importa mais do que parece: a fricção que mais trava fechamento de mídia exterior não é preço, é a suposição de que vai dar trabalho — briefing, agência, produção, aprovação, semanas de espera. No painel de LED o caminho é curto: você envia o vídeo de 10 segundos pronto e ele entra no ar em até 24 horas depois da aprovação.
Contabilidade também é um bom exemplo de serviço de decisão demorada: ninguém troca de contador por impulso. O que o painel constrói nesse caso é a familiaridade que faz o escritório entrar na lista quando a troca finalmente for considerada. Se o receio for a arte, o guia do vídeo de 10 segundos mostra que a peça que funciona é justamente a mais simples.
Quando o cliente chega já sabendo quem você é
O terceiro relato é de Virginia Lustosa, que trabalha com bolsas e calçados, e descreve o efeito que mais custa a explicar antes de acontecer:
"A diferença é que agora as pessoas chegam aqui já sabendo quem somos. O reconhecimento de marca mudou completamente depois que começamos a anunciar."
Virginia Lustosa — bolsas e calçados
Por que isso é o resultado típico de OOH: repare que a frase não é "vendi mais naquele dia". É "as pessoas chegam já sabendo quem somos" — a venda continua acontecendo no balcão, mas ela começa mais adiantada. O cliente que já viu a marca vinte vezes não precisa ser convencido de que a loja existe, é séria e está estabelecida na região.
No varejo isso pesa de um jeito bem concreto. Bolsa e calçado se compram olhando, provando, comparando — e a decisão de onde ir ver acontece antes de a pessoa sair de casa. Quem tem a loja na cabeça entra na lista de paradas do dia; quem não tem depende de a cliente passar na frente por acaso. O painel não substitui a vitrine: ele faz a cliente decidir ir até ela.
Esse é o efeito que a medição por clique nunca captura, e é também o motivo pelo qual julgar uma campanha de painel em sete dias leva à conclusão errada. Reconhecimento é acúmulo.
O que os três têm em comum
- Nenhum começou grande. O caminho recorrente é testar um período curto e renovar por um mais longo depois de ver movimento — que foi exatamente o que a LinkCe fez.
- O primeiro sinal veio de gente falando, não de relatório. Cliente comentando que viu a marca é o indicador mais precoce, e o mais fácil de perder se ninguém anotar.
- Nos três, a decisão acontece longe do painel. Em dois deles porque a escolha demora meses — ninguém troca de provedor ou de contador por impulso. No varejo porque a cliente decide em casa para onde vai antes de sair. Em nenhum dos casos o painel fecha a venda: ele coloca a marca na lista de quem vai decidir depois.
E no seu caso?
Se o seu negócio se parece com algum desses três — atende uma região inteira, vende serviço que o cliente demora a decidir, ou simplesmente ainda não é conhecido fora da própria rua —, o raciocínio de escolha do ponto está no comparativo entre Anel Viário e Maracanaú: um é rota de passagem metropolitana, o outro é destino de consumo dentro da cidade.
E se você já anuncia com a gente e topa contar como foi, com números ou sem, manda uma mensagem. Case com dado real vale mais que qualquer texto que a gente escreva — e este post foi feito para crescer.
Quer saber se o seu segmento combina com painel de LED? Conte o que você vende e para quem. Se não fizer sentido no seu caso, a gente diz — é mais barato que um mês de veiculação errada.
Quero saber se combina comigo →